Auto-Avaliação
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
Eu me lembro que na que na oitava série eu tinha uma professora que além da gramática ela colocava uns textos “enormes” na prova, que na época eu achava aqueles textos muito grandes e em toda prova dessa professora eu me dava mal. Não era só eu na sala, a maioria das pessoas não era aprovada na prova dela. Não é me gabando, mas eu sempre fui um aluno que não gostava de tirar notas ruins. As pessoas na sala diziam que a mulher era o diabo, eu sempre achei que o problema das notas ruins em português era comigo. Eu perguntava para a professora o que eu deveria fazer para melhorar aquelas notas. Ela me respondia, vocês têm que criarem o hábito de ler.
Eu não gostava de ler livros, eu só estudava para as matérias exatas e as matérias “decorativas”. Hoje eu percebo que a culpa de ser reprovado não era só minha, mas também culpa da professora que não incentivava a leitura para os alunos. Ela só falava que tínhamos que ler, mas não incentivava.
Não é gabando o professor Alexandre, mas é esse o diferencial entre um professor de língua portuguesa e o professor Alexandre. Ele além de cobrar interpretação de texto, confecção de textos, ele incentiva a leitura no colégio. É igual você dar um remédio para uma criança doente, e não incentivar ela beber. Se a criança não tiver incentivo, ela vai achar o remédio ruim e não vai tomar. O aluno não tem consciência que a leitura é importante, por isso precisa da ajudo do professor e dos pais.
Por isso que eu entendo o motivo do professor Alexandre marca aulas à tarde, fazendo com que nós compreendemos o mundo. Através de bons filmes, boas músicas, pensarmos em como a mídia influência nossa cabeça e nosso modo de pensar, no poder das propagandas.
Em relação ao que eu fiz na quarta unidade, eu li e fiz o fichamento do livro O que faz o brasil, Brasil?, fiz o texto da prova, fiz o texto igualdade de gênero, participei da semana da Consciência Negra e Ciência e Tecnologia. Eu penso que esse ano foi muito produtivo para todos nós.
Boas Férias e até ano que vem.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Texto da Prova
Amor
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
Para escrever sobre o amor exige muito da sensibilidade do autor. Nesse tipo de texto o contexto é tudo. Quando um poeta diz: O amor é um grande laço, um passo para uma armadilha... Como o amor pode ser um laço? Dentro da realidade isso é impossível, mas essa frase quer dizer que o amor uniu duas pessoas.
Quando escrevemos sobre o amor, esse texto se parece muito com a poesia, pois usa muito da metáfora, da metonímia e demais figuras de linguagem. O fato é que qualquer texto que envolve emoção é arriscado e acabamos resistindo muito a escrevê-los porque sempre temos medo ou vergonha de passarmos por cafona. Escrever sobre nossas emoções mais profundas nos expõe de uma forma única. Expor nossas emoções nos despe de uma armadura que usamos para enfrentar o cotidiano.
Não podemos se prender ao amor homem-mulher, o amor é bem maior do que isso, vale falar do amor entre mãe e filho, o amor de amigos, de parentes, paterno, e até o amor próprio.
Existe o “amor” interesseiro, onde uma pessoa finge que gosta de outra pessoa só por conta do dinheiro, do poder, enfim interessado em alguma coisa. Existe o amor amigo onde o amigo faz de tudo pelo outro ser dar bem. Existe o amor materno onde a mãe defende seu filho com unhas e dentes. Existe o amor familiar é em momentos difíceis que esse amor aparece. Existe o amor próprio que é aquele amor que você tem por si mesma. Existe o amor pelo seu time de futebol. Existe o amor entre irmãos.
O amor é um sentimento muito importante, pois nos apóia nos momentos difíceis, traz confiança, felicidade, amizade. A pessoa que não é amada, não possui chão, não tem em quem confiar.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
Para escrever sobre o amor exige muito da sensibilidade do autor. Nesse tipo de texto o contexto é tudo. Quando um poeta diz: O amor é um grande laço, um passo para uma armadilha... Como o amor pode ser um laço? Dentro da realidade isso é impossível, mas essa frase quer dizer que o amor uniu duas pessoas.
Quando escrevemos sobre o amor, esse texto se parece muito com a poesia, pois usa muito da metáfora, da metonímia e demais figuras de linguagem. O fato é que qualquer texto que envolve emoção é arriscado e acabamos resistindo muito a escrevê-los porque sempre temos medo ou vergonha de passarmos por cafona. Escrever sobre nossas emoções mais profundas nos expõe de uma forma única. Expor nossas emoções nos despe de uma armadura que usamos para enfrentar o cotidiano.
Não podemos se prender ao amor homem-mulher, o amor é bem maior do que isso, vale falar do amor entre mãe e filho, o amor de amigos, de parentes, paterno, e até o amor próprio.
Existe o “amor” interesseiro, onde uma pessoa finge que gosta de outra pessoa só por conta do dinheiro, do poder, enfim interessado em alguma coisa. Existe o amor amigo onde o amigo faz de tudo pelo outro ser dar bem. Existe o amor materno onde a mãe defende seu filho com unhas e dentes. Existe o amor familiar é em momentos difíceis que esse amor aparece. Existe o amor próprio que é aquele amor que você tem por si mesma. Existe o amor pelo seu time de futebol. Existe o amor entre irmãos.
O amor é um sentimento muito importante, pois nos apóia nos momentos difíceis, traz confiança, felicidade, amizade. A pessoa que não é amada, não possui chão, não tem em quem confiar.
Fichamento
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 1
[Devo começar explicando o meu enigmático título. É que será preciso
estabelecer uma distinção radical entre um “brasil” escrito com letra minúscula, nome de um tipo de madeira de lei ou de uma feitoria interessada em explorar uma terra como outra qualquer, e o Brasil que designa um povo, uma nação, um conjunto de valores, escolha e idéias de vida. O “brasil” com o b minúsculo é apenas um objeto sem vida, autoconsciência ou pulsação interior, pedaço de coisa que morre e não tem a menor condição de se reproduzir como sistema; como, aliás, queriam alguns teóricos sociais do século XIX, que viam na terra] Pág.11
[Mas o Brasil com B maiúsculo é algo muito mais complexo. É país, cultura, local geográfico, fronteira e território reconhecidos internacionalmente, e também casa, pedaço de chão calçado com o calor de nossos corpos, lar, memória e consciência de um lugar com o qual se tem uma ligação especial, única, totalmente sagrada] Pág. 11 e 12
[Não queremos ver um Brasil pequeno e outro grande, já feito. Não! Queremos, isto sim, descobrir como é que eles se ligam entre si; como é que cada um depende do outro, e como os dois formam uma realidade única que existe concretamente naquilo que chamamos de “pátria”. Numa linguagem mais precisa e, mais sociológica, dir-se-ia que o primeiro “Brasil” é dado nas possibilidades humanas, mas que o segundo Brasil é feito de uma combinação especial dessas possibilidades universais] Pág. 14
No capítulo 1 o autor discute o significado do seu título. Onde o “brasil” com letra minúscula não passa de um objeto insignificante. Já o “Brasil” com letra maiúscula representa um povo, uma nação, um conjunto de valores, escolhas e ideais de vida. Penso que o autor quer passar que o Brasil não pode ser algo insignificante e sim uma coisa importante para todos.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 2
[Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto da nossa rotina diária] Pág. 23
[Por tudo isso, o grupo que ocupa uma casa tem alto sentido de defesa de seus bens móveis e imóveis, e, junto com isso, da proteção de seus membros mais frágeis, como as crianças, as mulheres e seus servidores. Pois, diferentemente de outros países modernos, aqui no Brasil as casas possuem serviçais que, em certo sentido, lhes pertencem. E cuida-se de seu bem-estar porque a idéia de residência é um fato social totalizante, conforme diria Márcel Mauss. Ou seja: quando falamos da “casa”, não estamos nos referindo simplesmente a um local onde dormimos, comemos ou que usamos para estar abrigados do vento, do frio ou da chuva. Mas – isto sim – estamos nos referindo a um espaço profundamente totalizado numa forte moral. Uma dimensão da vida social permeada de valores e de realidades múltiplas] Pág. 24 e 25
[A conjunção de tudo isso faz com que nós, brasileiros, tenhamos uma percepção de nossas moradas como lugares singulares, espaços exclusivos. Pois cada casa, embora tenha os mesmos espaços e basicamente os mesmos objetos de todas as outras, é diferente delas. Todas são únicas, se não como espaço físico de morada, pelo menos como domínio onde se realiza uma convivialidade social profunda. Daí a possibilidade de diferenciar profundamente a casa ou a morada – o prédio – do lar. Mesmo quando são residências baratas ou casas de vila, construídas de modo idêntico, algo marca e revela sua identidade e, com isso, a identidade do grupo que a ocupa: um pedaço de azulejo estrategicamente colocado próximo de uma janela; um nome singelo na parte de cima da soleira da porta; flores e jardins; a cor de suas janelas e portas] Pág. 26
Nesse capítulo o autor está nos mostrando à rotina diária de um brasileiro. Que é a casa, a rua e o trabalho. Todas as pessoas trabalham e faz essa rotina todos os dias. Por isso que o lazer é muito importante para nossa vida. Sair da rotina areja nossa cabeça e deixa-nos mais dispostos. Interessa para grande mídia que a sociedade não tenha tempo para refletir sobre seus atos e seus direitos.
Lucas Figueiredo Amaral ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 3
[Mas onde Gobineau realmente excedeu a si mesmo e ousou com confiança inusitada, mesmo para quem estava imbuído de uma ideologia autoritária de sua própria superioridade, foi na previsão de que o Brasil levaria menos de 200 anos para se acabar como povo! Por quê? Ora, simplesmente porque ele via com seus próprios olhos, e escrevia revoltado a seus amigos franceses, o quanto a nossa sociedade permitia a mistura insana de raças. Essa miscigenação e esse acasalamento é que o certificavam do nosso fim como povo e como processo biológico. Seu problema, conforme estou revelando, não era a existência de raças diferentes, desde que essas “raças” obviamente ficassem no seu lugar e naturalmente não se misturassem. Gobineau, como se vê, foi o pai, ou melhor, o verdadeiro genitor de um dos valores mais caros ao preconceito racial de qualquer sociedade hierarquizada. Refiro-me ao fato de que ele não se colocou contra a hierarquia que governava, conforme supunha, a diversidade humana no que diz respeito aos seus traços biológicos, mas foi terminantemente contrário ao contato social íntimo entre elas. E é precisamente isso, conforme sabe (mas não expressa) todo racista, que implica a idéia de miscigenação, já que ela importa contato (e contato íntimo, posto que sexual) entre pessoas que, na teoria racista, são vistas e classificadas como pertencendo a espécies diferentes. Daí a palavra “mulato”, que vem de mulo, o animal ambíguo e híbrido por excelência; aquele que é incapaz de reproduzir-se enquanto tal, pois é o resultado de um cruzamento entre tipos genéticos altamente diferenciados] Pág. 39
[Outros teóricos importantes, como Buckle, Couty e Agassiz – para ficarmos com aqueles que foram influentes entre os teóricos do racismo no Brasil - , também exprimiram esse medo da mistura e trataram a nossa população como um todo potencialmente degenerado de híbridos incapazes de criarem alguma coisa forte ou positiva]
O mulato foi uma mistura entre o branco e negro que naquela época essa mistura deveria ser evitada. Por que o negro é sinônimo de coisa ruim. Ou quando uma pessoa não se assume negro e fica falando que mulato.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 4
[Creio que foi o antropólogo francês Claude Levis-Strauss quem chamou a atenção para dois processos naturais – o cru e o cozido - , não somente como dois estados pelos quais passam todos os alimentos, mas como modalidades pelas quais se pode falar de transformações sociais importantíssimas. De fato, o cru e o cozido, o alimento e a comida, o doce e o salgado ajudam a classificar coisas, pessoas e até mesmo ações morais importantes no nosso mundo. Assim é que equacionamos simbolicamente a mulher com a comida e o doce com o feminino, deixando o salgado e o indigesto para estarem associados a tudo o que nos “cheira” a coisas duras e cruéis. Ao mundo difícil da “vida”, da “rua” e do trabalho em geral, esses universos que são profundamente masculinos e, por seguinte, estão longe das cozinhas, dos temperos e das boas mesas e camas, onde se pode exercer uma comensalidade enriquecedora] Pág. 52
[Sabendo que o cru e o cozido exprimem mais que dois processos “naturais”, podemos agora entender por que falamos que “o apressado come cru...”. É que, com tal metáfora (ou associação entre o cru e a pressa), estamos nos referindo a esse elo entre a selvageria ou sofreguidão da pressa e o lado selvagem, ruim ou cru das coisas e da vida. O calmo, pode-se dizer, complementando o provérbio revelador, come sempre cozido, pois quem tem calma possui um elemento da civilização e a civilização funda-se precisamente num saber esperar...]
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 5
[Na nossa sociedade, temos grande consciência dessa alternância, de tal modo que a vida, para a maioria de nós, se define sempre pela oscilação entre rotinas e festas, trabalho e feriado, despreocupações e “chateações”, dias felizes e momentos dolorosos, vida e morte, os dias de “dureza” e “trabalho duro” do mundo “real” e os dias de alegria e fantasia desse “outro lado da vida” constituído pela festa, pelo feriado e pela ausência de trabalho para o outro ( o patrão, o Governo, o chefe, o dono do negócio e etc.)] Pág. 69
[Para nós, brasileiros, a festa é sinônimo de alegria, o trabalho é eufemismo de castigo, dureza, suor] Pág. 69
A festa é um momento onde nós brasileiros esquecemos as obrigações e distraímos nossa cabeça com brincadeiras e diversões.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 6
[A leitura da sociedade faculta pelos ritos da ordem, então é uma leitura onde o corpo deve ser contido ou até mesmo neutralizado. A continência militar é excelente exemplo disso, pois os ritos da ordem incluem também as grandes comemorações militares, como as paradas – que são formas típicas de comemoração social em que o universo da sociedade é lido ou apresentado a partir do código do Estado na sua vertente mais forte, mais ordenada e, talvez por isso mesmo, mais patriótica: a de suas Forças Armadas, que desfilam em saudação formal as autoridades constituídas. De acordo com isso, lembro que a palavra “continência” significa um ato cujo sentido profundo é precisamente o de conter-se, controlar-se, dominar-se...] Pág. 85
[No caso brasileiro, as paradas militares são ponto importante daquilo que denominei “triângulo ritual”. De fato, na nossa sociedade temos o desfile militar para as autoridades, ou melhor, como rito destinado a celebrar a relação do Estado com o povo. Temos as procissões que focalizam as relações dos homens com Deus através da Igreja. E temos, finalmente, o desfile do carnaval, que faz o povo ser ao mesmo tempo espectador e ator. Em todos os casos, a sociedade celebra aquilo que certamente considera fundamental para a sua estrutura social e – o que é interessante apontar no caso brasileiro – , para cada instituição importante, há um lugar e uma forma dramática de apresentação ritual. Temos, então, numa fórmula muito simplificada: o Estado com seu poder visitando o povo]
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 7
[Isso que ocorre diariamente no Brasil, quando, digamos, um bacharel comete um assassinato e tem direito a prisão especial e um operário, diante da mesma lei, não tem tal direito porque não é, obviamente, bacharel... A destruição do privilégio engendrou uma justiça que não aceita o mais-ou-menos e as indefectíveis gradações e hierarquias que normalmente acompanham a ritualização legal brasileira, que para todos os delitos estabelece virtualmente um peso e uma escala] Pág. 98
[É, sobretudo, um modo simpático, desesperado ou humano de relacionar o impessoal com o pessoal; nos casos – ou no caso – de permitir juntar um problema pessoal um problema pessoal (atraso, falta de dinheiro, ignorância das leis por falta de divulgação, confusão legal, ambigüidade do texto da lei, má vontade do agente da norma ou do usuário, injustiça da própria lei, feita para uma dada situação, mas aplicada universalmente etc]
Aqui no Brasil não tem essa história de que o todo mundo é igual. “As leis são feitas para o pobre cumprir”, os ricos podem pagar propina para juiz pode pagar um bom advogado. Os pobres não têm esse poder por isso todo mundo não tem direitos iguais.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 8
[Mas por que se fala com Deus? As respostas são muito variadas. Um fator sociológico básico, porém, é que existe a necessidade de construir esse grande espelho a que chamamos religião para dar a todos e a cada um de nós um sentimento de comunhão com o universo como um todo. A religião, assim, seria um modo de permitir uma relação globalizada não só com os deuses, mas também com todos os homens e com os seres vivos que formam o nosso mundo. Também pensamos na religião como um meio de explicação para os infortúnios – as coincidências negativas (como acidentes e doenças) – , pois a nós ficou doente, sofreu um acidente fatal ou é vítima indefesa e gratuita de desesperadora aflição]
[Assim, a religião pode explicar também por que existem ricos e pobres, fortes e fracos, doentes e sãos, dando sentido pleno ás diferenciações de poder que percebemos como parte do nosso mundo social]
[Num certo sentido, portanto, a religião oferece respostas a perguntas que, rigorosamente, não podem ser respondidas pela ciência ou pela tecnologoia]
A religião explica coisas que a ciência não pode explicar e, é forma onde nós humanos entregamos o corpo para orações espirituais. Isso para dar forças nas situações difíceis da vida.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 1
[Devo começar explicando o meu enigmático título. É que será preciso
estabelecer uma distinção radical entre um “brasil” escrito com letra minúscula, nome de um tipo de madeira de lei ou de uma feitoria interessada em explorar uma terra como outra qualquer, e o Brasil que designa um povo, uma nação, um conjunto de valores, escolha e idéias de vida. O “brasil” com o b minúsculo é apenas um objeto sem vida, autoconsciência ou pulsação interior, pedaço de coisa que morre e não tem a menor condição de se reproduzir como sistema; como, aliás, queriam alguns teóricos sociais do século XIX, que viam na terra] Pág.11
[Mas o Brasil com B maiúsculo é algo muito mais complexo. É país, cultura, local geográfico, fronteira e território reconhecidos internacionalmente, e também casa, pedaço de chão calçado com o calor de nossos corpos, lar, memória e consciência de um lugar com o qual se tem uma ligação especial, única, totalmente sagrada] Pág. 11 e 12
[Não queremos ver um Brasil pequeno e outro grande, já feito. Não! Queremos, isto sim, descobrir como é que eles se ligam entre si; como é que cada um depende do outro, e como os dois formam uma realidade única que existe concretamente naquilo que chamamos de “pátria”. Numa linguagem mais precisa e, mais sociológica, dir-se-ia que o primeiro “Brasil” é dado nas possibilidades humanas, mas que o segundo Brasil é feito de uma combinação especial dessas possibilidades universais] Pág. 14
No capítulo 1 o autor discute o significado do seu título. Onde o “brasil” com letra minúscula não passa de um objeto insignificante. Já o “Brasil” com letra maiúscula representa um povo, uma nação, um conjunto de valores, escolhas e ideais de vida. Penso que o autor quer passar que o Brasil não pode ser algo insignificante e sim uma coisa importante para todos.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 2
[Observe-se uma cidade brasileira. Nela, há um nítido movimento rotineiro. Do trabalho para casa, de casa para o trabalho. A casa e a rua interagem e se complementam num ciclo que é cumprido diariamente por homens e mulheres, velhos e crianças. Pelos que ganham razoavelmente e até mesmo pelos que ganham muito bem. Uns fazem o percurso casa-rua-casa a pé; outros seguem de bicicleta. Muitos andam de trens, ônibus e automóveis, mas todos fazem e refazem essa viagem que constitui, de certo modo, o esqueleto da nossa rotina diária] Pág. 23
[Por tudo isso, o grupo que ocupa uma casa tem alto sentido de defesa de seus bens móveis e imóveis, e, junto com isso, da proteção de seus membros mais frágeis, como as crianças, as mulheres e seus servidores. Pois, diferentemente de outros países modernos, aqui no Brasil as casas possuem serviçais que, em certo sentido, lhes pertencem. E cuida-se de seu bem-estar porque a idéia de residência é um fato social totalizante, conforme diria Márcel Mauss. Ou seja: quando falamos da “casa”, não estamos nos referindo simplesmente a um local onde dormimos, comemos ou que usamos para estar abrigados do vento, do frio ou da chuva. Mas – isto sim – estamos nos referindo a um espaço profundamente totalizado numa forte moral. Uma dimensão da vida social permeada de valores e de realidades múltiplas] Pág. 24 e 25
[A conjunção de tudo isso faz com que nós, brasileiros, tenhamos uma percepção de nossas moradas como lugares singulares, espaços exclusivos. Pois cada casa, embora tenha os mesmos espaços e basicamente os mesmos objetos de todas as outras, é diferente delas. Todas são únicas, se não como espaço físico de morada, pelo menos como domínio onde se realiza uma convivialidade social profunda. Daí a possibilidade de diferenciar profundamente a casa ou a morada – o prédio – do lar. Mesmo quando são residências baratas ou casas de vila, construídas de modo idêntico, algo marca e revela sua identidade e, com isso, a identidade do grupo que a ocupa: um pedaço de azulejo estrategicamente colocado próximo de uma janela; um nome singelo na parte de cima da soleira da porta; flores e jardins; a cor de suas janelas e portas] Pág. 26
Nesse capítulo o autor está nos mostrando à rotina diária de um brasileiro. Que é a casa, a rua e o trabalho. Todas as pessoas trabalham e faz essa rotina todos os dias. Por isso que o lazer é muito importante para nossa vida. Sair da rotina areja nossa cabeça e deixa-nos mais dispostos. Interessa para grande mídia que a sociedade não tenha tempo para refletir sobre seus atos e seus direitos.
Lucas Figueiredo Amaral ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 3
[Mas onde Gobineau realmente excedeu a si mesmo e ousou com confiança inusitada, mesmo para quem estava imbuído de uma ideologia autoritária de sua própria superioridade, foi na previsão de que o Brasil levaria menos de 200 anos para se acabar como povo! Por quê? Ora, simplesmente porque ele via com seus próprios olhos, e escrevia revoltado a seus amigos franceses, o quanto a nossa sociedade permitia a mistura insana de raças. Essa miscigenação e esse acasalamento é que o certificavam do nosso fim como povo e como processo biológico. Seu problema, conforme estou revelando, não era a existência de raças diferentes, desde que essas “raças” obviamente ficassem no seu lugar e naturalmente não se misturassem. Gobineau, como se vê, foi o pai, ou melhor, o verdadeiro genitor de um dos valores mais caros ao preconceito racial de qualquer sociedade hierarquizada. Refiro-me ao fato de que ele não se colocou contra a hierarquia que governava, conforme supunha, a diversidade humana no que diz respeito aos seus traços biológicos, mas foi terminantemente contrário ao contato social íntimo entre elas. E é precisamente isso, conforme sabe (mas não expressa) todo racista, que implica a idéia de miscigenação, já que ela importa contato (e contato íntimo, posto que sexual) entre pessoas que, na teoria racista, são vistas e classificadas como pertencendo a espécies diferentes. Daí a palavra “mulato”, que vem de mulo, o animal ambíguo e híbrido por excelência; aquele que é incapaz de reproduzir-se enquanto tal, pois é o resultado de um cruzamento entre tipos genéticos altamente diferenciados] Pág. 39
[Outros teóricos importantes, como Buckle, Couty e Agassiz – para ficarmos com aqueles que foram influentes entre os teóricos do racismo no Brasil - , também exprimiram esse medo da mistura e trataram a nossa população como um todo potencialmente degenerado de híbridos incapazes de criarem alguma coisa forte ou positiva]
O mulato foi uma mistura entre o branco e negro que naquela época essa mistura deveria ser evitada. Por que o negro é sinônimo de coisa ruim. Ou quando uma pessoa não se assume negro e fica falando que mulato.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 4
[Creio que foi o antropólogo francês Claude Levis-Strauss quem chamou a atenção para dois processos naturais – o cru e o cozido - , não somente como dois estados pelos quais passam todos os alimentos, mas como modalidades pelas quais se pode falar de transformações sociais importantíssimas. De fato, o cru e o cozido, o alimento e a comida, o doce e o salgado ajudam a classificar coisas, pessoas e até mesmo ações morais importantes no nosso mundo. Assim é que equacionamos simbolicamente a mulher com a comida e o doce com o feminino, deixando o salgado e o indigesto para estarem associados a tudo o que nos “cheira” a coisas duras e cruéis. Ao mundo difícil da “vida”, da “rua” e do trabalho em geral, esses universos que são profundamente masculinos e, por seguinte, estão longe das cozinhas, dos temperos e das boas mesas e camas, onde se pode exercer uma comensalidade enriquecedora] Pág. 52
[Sabendo que o cru e o cozido exprimem mais que dois processos “naturais”, podemos agora entender por que falamos que “o apressado come cru...”. É que, com tal metáfora (ou associação entre o cru e a pressa), estamos nos referindo a esse elo entre a selvageria ou sofreguidão da pressa e o lado selvagem, ruim ou cru das coisas e da vida. O calmo, pode-se dizer, complementando o provérbio revelador, come sempre cozido, pois quem tem calma possui um elemento da civilização e a civilização funda-se precisamente num saber esperar...]
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 5
[Na nossa sociedade, temos grande consciência dessa alternância, de tal modo que a vida, para a maioria de nós, se define sempre pela oscilação entre rotinas e festas, trabalho e feriado, despreocupações e “chateações”, dias felizes e momentos dolorosos, vida e morte, os dias de “dureza” e “trabalho duro” do mundo “real” e os dias de alegria e fantasia desse “outro lado da vida” constituído pela festa, pelo feriado e pela ausência de trabalho para o outro ( o patrão, o Governo, o chefe, o dono do negócio e etc.)] Pág. 69
[Para nós, brasileiros, a festa é sinônimo de alegria, o trabalho é eufemismo de castigo, dureza, suor] Pág. 69
A festa é um momento onde nós brasileiros esquecemos as obrigações e distraímos nossa cabeça com brincadeiras e diversões.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 6
[A leitura da sociedade faculta pelos ritos da ordem, então é uma leitura onde o corpo deve ser contido ou até mesmo neutralizado. A continência militar é excelente exemplo disso, pois os ritos da ordem incluem também as grandes comemorações militares, como as paradas – que são formas típicas de comemoração social em que o universo da sociedade é lido ou apresentado a partir do código do Estado na sua vertente mais forte, mais ordenada e, talvez por isso mesmo, mais patriótica: a de suas Forças Armadas, que desfilam em saudação formal as autoridades constituídas. De acordo com isso, lembro que a palavra “continência” significa um ato cujo sentido profundo é precisamente o de conter-se, controlar-se, dominar-se...] Pág. 85
[No caso brasileiro, as paradas militares são ponto importante daquilo que denominei “triângulo ritual”. De fato, na nossa sociedade temos o desfile militar para as autoridades, ou melhor, como rito destinado a celebrar a relação do Estado com o povo. Temos as procissões que focalizam as relações dos homens com Deus através da Igreja. E temos, finalmente, o desfile do carnaval, que faz o povo ser ao mesmo tempo espectador e ator. Em todos os casos, a sociedade celebra aquilo que certamente considera fundamental para a sua estrutura social e – o que é interessante apontar no caso brasileiro – , para cada instituição importante, há um lugar e uma forma dramática de apresentação ritual. Temos, então, numa fórmula muito simplificada: o Estado com seu poder visitando o povo]
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 7
[Isso que ocorre diariamente no Brasil, quando, digamos, um bacharel comete um assassinato e tem direito a prisão especial e um operário, diante da mesma lei, não tem tal direito porque não é, obviamente, bacharel... A destruição do privilégio engendrou uma justiça que não aceita o mais-ou-menos e as indefectíveis gradações e hierarquias que normalmente acompanham a ritualização legal brasileira, que para todos os delitos estabelece virtualmente um peso e uma escala] Pág. 98
[É, sobretudo, um modo simpático, desesperado ou humano de relacionar o impessoal com o pessoal; nos casos – ou no caso – de permitir juntar um problema pessoal um problema pessoal (atraso, falta de dinheiro, ignorância das leis por falta de divulgação, confusão legal, ambigüidade do texto da lei, má vontade do agente da norma ou do usuário, injustiça da própria lei, feita para uma dada situação, mas aplicada universalmente etc]
Aqui no Brasil não tem essa história de que o todo mundo é igual. “As leis são feitas para o pobre cumprir”, os ricos podem pagar propina para juiz pode pagar um bom advogado. Os pobres não têm esse poder por isso todo mundo não tem direitos iguais.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
O que faz o Brasil, Brasil?
Rio de Janeiro, ROCCO
1986
DAMATTA, Roberto Sociedade Brasileira
Capítulo 8
[Mas por que se fala com Deus? As respostas são muito variadas. Um fator sociológico básico, porém, é que existe a necessidade de construir esse grande espelho a que chamamos religião para dar a todos e a cada um de nós um sentimento de comunhão com o universo como um todo. A religião, assim, seria um modo de permitir uma relação globalizada não só com os deuses, mas também com todos os homens e com os seres vivos que formam o nosso mundo. Também pensamos na religião como um meio de explicação para os infortúnios – as coincidências negativas (como acidentes e doenças) – , pois a nós ficou doente, sofreu um acidente fatal ou é vítima indefesa e gratuita de desesperadora aflição]
[Assim, a religião pode explicar também por que existem ricos e pobres, fortes e fracos, doentes e sãos, dando sentido pleno ás diferenciações de poder que percebemos como parte do nosso mundo social]
[Num certo sentido, portanto, a religião oferece respostas a perguntas que, rigorosamente, não podem ser respondidas pela ciência ou pela tecnologoia]
A religião explica coisas que a ciência não pode explicar e, é forma onde nós humanos entregamos o corpo para orações espirituais. Isso para dar forças nas situações difíceis da vida.
Lucas Figueiredo Amaral
ED 12
Igualdade de gênero
Catástrofe na cabana
Lucas Figueiredo Amaral[1]
Ângela acordou, olhou para o lado e o relógio dizia seis horas da manhã. Ela tomou um susto, estava atrasada. Correu para o quarto do seu filho e disse:
- Filho, acorda.
- Ah mãe! Só mais um pouquinho.
- Não, já estamos atrasados.
- Espera um pouco mais mãe.
- Mikael. Acorda já estou atrasada. Anda. Você precisa ir à escola.
- Oh... Está bem mãe já estou indo.
- Mãe, você acha que eu vou me dar bem na prova de física hoje?
- Claro filho, você estudou muito. Faça a prova com calma. Agora vai tomar banho para ir à escola.
Depois que Ângela tomou seu banho, ela ouviu o interfone tocar.
- Mikael, vai abrir o portão deve ser Marinalva.
- Sim senhora.
Marinalva era a empregada que cuidava da casa, ela já estava trabalhando com Ângela durante 6 anos. Era uma mulher muito trabalhadeira e limpa. Ela gostava muito do Mikael. Depois que Ângela se vestiu, ela e Mikael foram até a cozinha. Chegando à cozinha Ângela disse:
- Marinalva?
- Oi.
- Bom dia.
- Bom dia.
- Hoje, você prepara um café da manhã rapidinho, que eu tenho que sair para trabalhar mais cedo.
- Está bem Ester.
- Mikael, vou preparar aquele suco de laranja que você gosta.
- Um...
Depois do café Ângela foi levar Mikael até a escola e depois ela foi para o seu trabalho. Ângela era advogada. Ângela gostava muito do seu trabalho, mas às vezes era muito cansativo. Ângela e mais cinco advogados trabalhavam para uma indústria recém-instalada no município, a multinacional “Chemistry” do Brasil, que produz cloreto férrico. Ângela era mãe solteira e o pai do Mikael os abandonou quando ele tinha 2 anos. Ângela e Mikael moravam em Rio Claro que ficava no estado de São Paulo. Hoje Ângela está namorando o Mário.
Mário é homem muito educado e inteligente, e gosta muito de Ângela e Mikael.
Ângela conheceu o Mário no trabalho, ele também é um advogado da empresa. No horário de almoço Ângela e o Mário foram buscar o Mikael na escola. Mikael fazia a oitava série e tinha 14 anos, ele gostava muito de Mário. Depois do almoço Ângela e o Mario voltaram ao trabalho que ficava no centro da cidade.
Chegando ao trabalho o chefe de Ângela reuniu os cinco advogados em uma sala. William era o chefe dos advogados da multinacional e disse que o contrato dos advogados com a empresa havia encerrado e que a empresa queria cortar custos. Com isso dois advogados seriam despedidos. Como todos os advogados eram muito bons a multinacional resolveu aplicar uma prova para eles. E que os que passarem na prova terão os salários aumentados em 20%. Assim os advogados passariam a ganhar mais e a multinacional economizaria o salário de um advogado.
Todos começaram a fazer a prova. Depois de duas horas de prova Ângela chegou à redação. A redação solicitava que Ângela escreve-se um texto que se narra um crime que aconteceu realmente. Mas ela podia inventar algumas coisas na redação, ou seja, um crime baseado em fatos reais.
Ângela escreveu sobre um estuprador que prendeu uma mulher numa cabana e todos os dias ele estuprava e levava comida para a mulher. A mulher gritava de dor, mas era numa fazenda e não tinha ninguém que podia ouvir os gritos dela. A mulher era humilhada e apanhava todos os dias. A família procurava pela pobre mulher, mas nunca encontraram.
A mulher queria se matar, mas não conseguia porque Clóvis, o homem que a prendeu, não deixava nada que ela pudesse se matar. A mulher contraiu AIDS dele e vomitava sangue.
Até que um dia uma ovelha de do pastor Nicolas fugiu para a fazenda de Clóvis e Nicolas foi até a fazenda de Clóvis procurar pela ovelha. Nicolas estava passando por perto da cabana onde a mulher estava presa e achou a ovelha que ele procurava. Quando ele ia embora ouviu uma mulher gritando loucamente por ajuda dentro da cabana. Nicolas entrou na cabana e viu uma mulher sangrando e chorando e dizendo:
- Aqui está a chave.
Depois de alguns segundos a mulher faleceu. Nicolas não sabia o que fazer pegou a chave que a mulher estava na mão e foi procurar na cabana por pistas. Depois de muito tempo ele conseguiu achar um baú. Ele deduziu que a chave que a mulher estava falando era à chave do baú. Quando ele abriu o baú ele encontrou um diário. Quando ele saiu da cabana ele viu que um homem estava vindo em direção a cabana. Ele enrolou o corpo da mulher com dois panos e saiu correndo com o corpo da mulher nas costas o baú e a ovelha.
Chegando em casa ele contou para sua esposa o que havia acontecido e leu o diário da mulher. O diário relatava todas as torturas que ela sofreu na mão de Clóvis. Ele foi até a delegacia e contou o que tinha acontecido para o delegado.
Clóvis foi torturado na delegacia durante 10 anos e depois condenado a cadeira elétrica.
Quando todos terminaram a prova, William levou a prova para ser avaliada. O texto de Ângela ficou muito famoso na multinacional e ela foi promovida a chefe dos advogados e William a Coordenador Jurídico da “Chemistry”.
Ângela disse que leu esse crime no jornal mensal da cidade Rio Branco chamado Thecrims. Ela recomendou o jornal a todos os advogados e criou um site de para divulgar conhecimento entre os advogados. E Ângela nunca perdeu um processo na sua carreira profissional.
[1] Sou estudante do Cefet-Ba curso o ensino médio mais o curso de edificações. Fui solicitado pelo professor Alexandre escrever um texto relatando a situação das mulheres na sociedade.
Lucas Figueiredo Amaral[1]
Ângela acordou, olhou para o lado e o relógio dizia seis horas da manhã. Ela tomou um susto, estava atrasada. Correu para o quarto do seu filho e disse:
- Filho, acorda.
- Ah mãe! Só mais um pouquinho.
- Não, já estamos atrasados.
- Espera um pouco mais mãe.
- Mikael. Acorda já estou atrasada. Anda. Você precisa ir à escola.
- Oh... Está bem mãe já estou indo.
- Mãe, você acha que eu vou me dar bem na prova de física hoje?
- Claro filho, você estudou muito. Faça a prova com calma. Agora vai tomar banho para ir à escola.
Depois que Ângela tomou seu banho, ela ouviu o interfone tocar.
- Mikael, vai abrir o portão deve ser Marinalva.
- Sim senhora.
Marinalva era a empregada que cuidava da casa, ela já estava trabalhando com Ângela durante 6 anos. Era uma mulher muito trabalhadeira e limpa. Ela gostava muito do Mikael. Depois que Ângela se vestiu, ela e Mikael foram até a cozinha. Chegando à cozinha Ângela disse:
- Marinalva?
- Oi.
- Bom dia.
- Bom dia.
- Hoje, você prepara um café da manhã rapidinho, que eu tenho que sair para trabalhar mais cedo.
- Está bem Ester.
- Mikael, vou preparar aquele suco de laranja que você gosta.
- Um...
Depois do café Ângela foi levar Mikael até a escola e depois ela foi para o seu trabalho. Ângela era advogada. Ângela gostava muito do seu trabalho, mas às vezes era muito cansativo. Ângela e mais cinco advogados trabalhavam para uma indústria recém-instalada no município, a multinacional “Chemistry” do Brasil, que produz cloreto férrico. Ângela era mãe solteira e o pai do Mikael os abandonou quando ele tinha 2 anos. Ângela e Mikael moravam em Rio Claro que ficava no estado de São Paulo. Hoje Ângela está namorando o Mário.
Mário é homem muito educado e inteligente, e gosta muito de Ângela e Mikael.
Ângela conheceu o Mário no trabalho, ele também é um advogado da empresa. No horário de almoço Ângela e o Mário foram buscar o Mikael na escola. Mikael fazia a oitava série e tinha 14 anos, ele gostava muito de Mário. Depois do almoço Ângela e o Mario voltaram ao trabalho que ficava no centro da cidade.
Chegando ao trabalho o chefe de Ângela reuniu os cinco advogados em uma sala. William era o chefe dos advogados da multinacional e disse que o contrato dos advogados com a empresa havia encerrado e que a empresa queria cortar custos. Com isso dois advogados seriam despedidos. Como todos os advogados eram muito bons a multinacional resolveu aplicar uma prova para eles. E que os que passarem na prova terão os salários aumentados em 20%. Assim os advogados passariam a ganhar mais e a multinacional economizaria o salário de um advogado.
Todos começaram a fazer a prova. Depois de duas horas de prova Ângela chegou à redação. A redação solicitava que Ângela escreve-se um texto que se narra um crime que aconteceu realmente. Mas ela podia inventar algumas coisas na redação, ou seja, um crime baseado em fatos reais.
Ângela escreveu sobre um estuprador que prendeu uma mulher numa cabana e todos os dias ele estuprava e levava comida para a mulher. A mulher gritava de dor, mas era numa fazenda e não tinha ninguém que podia ouvir os gritos dela. A mulher era humilhada e apanhava todos os dias. A família procurava pela pobre mulher, mas nunca encontraram.
A mulher queria se matar, mas não conseguia porque Clóvis, o homem que a prendeu, não deixava nada que ela pudesse se matar. A mulher contraiu AIDS dele e vomitava sangue.
Até que um dia uma ovelha de do pastor Nicolas fugiu para a fazenda de Clóvis e Nicolas foi até a fazenda de Clóvis procurar pela ovelha. Nicolas estava passando por perto da cabana onde a mulher estava presa e achou a ovelha que ele procurava. Quando ele ia embora ouviu uma mulher gritando loucamente por ajuda dentro da cabana. Nicolas entrou na cabana e viu uma mulher sangrando e chorando e dizendo:
- Aqui está a chave.
Depois de alguns segundos a mulher faleceu. Nicolas não sabia o que fazer pegou a chave que a mulher estava na mão e foi procurar na cabana por pistas. Depois de muito tempo ele conseguiu achar um baú. Ele deduziu que a chave que a mulher estava falando era à chave do baú. Quando ele abriu o baú ele encontrou um diário. Quando ele saiu da cabana ele viu que um homem estava vindo em direção a cabana. Ele enrolou o corpo da mulher com dois panos e saiu correndo com o corpo da mulher nas costas o baú e a ovelha.
Chegando em casa ele contou para sua esposa o que havia acontecido e leu o diário da mulher. O diário relatava todas as torturas que ela sofreu na mão de Clóvis. Ele foi até a delegacia e contou o que tinha acontecido para o delegado.
Clóvis foi torturado na delegacia durante 10 anos e depois condenado a cadeira elétrica.
Quando todos terminaram a prova, William levou a prova para ser avaliada. O texto de Ângela ficou muito famoso na multinacional e ela foi promovida a chefe dos advogados e William a Coordenador Jurídico da “Chemistry”.
Ângela disse que leu esse crime no jornal mensal da cidade Rio Branco chamado Thecrims. Ela recomendou o jornal a todos os advogados e criou um site de para divulgar conhecimento entre os advogados. E Ângela nunca perdeu um processo na sua carreira profissional.
[1] Sou estudante do Cefet-Ba curso o ensino médio mais o curso de edificações. Fui solicitado pelo professor Alexandre escrever um texto relatando a situação das mulheres na sociedade.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
O primeiro dia de aula
Lucas Figueiredo Amaral[1]
ED-12
Eu acordei e fui procurar o meu relógio. O relógio estava em cima da cabeceira da minha cama, era cinco e meia da manhã. Todos os dias eu acordava nesse horário para ir à escola. Era o meu primeiro dia de aula no primeiro ano. Fui até banheiro, escovei os dentes, tomei banho e vesti meu uniforme. Depois fui acordar meu irmão. Era o primeiro dia de aula dele também. Meu irmão cursava a segunda série. Eu cheguei perto dele e disse:
- Acorda Thiago, acorda Thiago.
- O que foi?
- Já está na hora de você acordar, hoje é o nosso primeiro dia de aula.
- É mesmo. Já estou indo.
Meu irmão adorava estudar, ele tinha um sonho de ser médico. Quando cheguei a cozinha, minha mãe estava preparando o café, e meu pai estava esperando. Meu pai tem um mercadinho perto da minha casa. Eu disse:
- Bom dia. Eles responderam:
- Bom dia. Minha mãe perguntou:
- Está preparado para o primeiro dia de aula? Cadê seu irmão? Meu irmão chegou na cozinha e respondeu:
- Estou aqui. Eu falei:
- Estou preparado. E você Thiago?
- Eu também. Meu pai perguntou para minha mãe:
- Já está pronto o café, Eliene? Minha mãe respondeu:
- Está quase.
Depois de alguns minutos minha mãe colocou o café na mesa. Meu irmão falou:
- Mãe eu quero “Nescau”. Minha mãe me perguntou:
- Você quer “Nescau” também Lucas? Eu respondi:
- Eu quero café com leite.
Tomamos o café, meu pai tirou o carro da garagem e fomos para escola. Eu falei:
- Tchau mãe.
- Tchau, vai com Deus.
No caminho, meu pai falava:
- Vocês dois prestem atenção na aula e façam os deveres que o professor pedir. Não quero nota ruim lá em casa não. Se tiver nota ruim, vocês vão ficar de castigo, não vão ligar o computador e nem assistir a televisão. Eu respondi:
- Eu sei pai.
Meu pai me deixou na escola e foi abrir o mercado. Na escola meu irmão foi para sala dele e fui para minha. Na minha sala eu vi meus colegas e disse:
- Bom dia. Como foram as férias? Um colega meu, que se chamava Heitor disse:
- Foi massa vei, nessas férias eu fui para a “Disney”.
Continuei conversando com meus colegas até o professor de matemática chegar. O professor de matemática colocou um exercício de revisão da oitava série e pedia para que nós fossemos responder na lousa. Quando meu professor chamou Romário, um colega meu para responder o problema que ele havia passado o meu colega não conseguiu responder. Com isso a sala começou a rir, e meu colega que se chamava Vitor falou:
- Só podia ser preto, e morar no Alecrim.
A sala começou a discutir o que o que meu colega havia falado. O professor mandou a turma fazer silêncio e perguntou para Vitor:
- Você sabe que o que você falou pode dar cadeia? Ele respondeu:
- Que nada professor, preto não pensa, preto é burro. O professor falou:
- Escute todo mundo. O que Vitor falou, da cadeia.
Todo mundo é igual, sendo, negro, branco, azul, amarelo, vermelho. Vitor, depois eu quero conversar com em particular com você. Vitor falou:
- Eu vou sair dessa sala, ficar perto de preto é humilhante.
Meu colega Romário estava chorando, e quando Vitor falou isso, a sala começou a vaiar ele. Com isso eu me lembrei de uma frase de Abdias do Nascimento, que meu professor do ano passado tinha falado: As feridas da discriminação racial se exibem ao mais superficial olhar sobre a realidade.
[1] Sou estudante do Cefet-Ba curso o ensino médio mais o curso de edificações.
Lucas Figueiredo Amaral[1]
ED-12
Eu acordei e fui procurar o meu relógio. O relógio estava em cima da cabeceira da minha cama, era cinco e meia da manhã. Todos os dias eu acordava nesse horário para ir à escola. Era o meu primeiro dia de aula no primeiro ano. Fui até banheiro, escovei os dentes, tomei banho e vesti meu uniforme. Depois fui acordar meu irmão. Era o primeiro dia de aula dele também. Meu irmão cursava a segunda série. Eu cheguei perto dele e disse:
- Acorda Thiago, acorda Thiago.
- O que foi?
- Já está na hora de você acordar, hoje é o nosso primeiro dia de aula.
- É mesmo. Já estou indo.
Meu irmão adorava estudar, ele tinha um sonho de ser médico. Quando cheguei a cozinha, minha mãe estava preparando o café, e meu pai estava esperando. Meu pai tem um mercadinho perto da minha casa. Eu disse:
- Bom dia. Eles responderam:
- Bom dia. Minha mãe perguntou:
- Está preparado para o primeiro dia de aula? Cadê seu irmão? Meu irmão chegou na cozinha e respondeu:
- Estou aqui. Eu falei:
- Estou preparado. E você Thiago?
- Eu também. Meu pai perguntou para minha mãe:
- Já está pronto o café, Eliene? Minha mãe respondeu:
- Está quase.
Depois de alguns minutos minha mãe colocou o café na mesa. Meu irmão falou:
- Mãe eu quero “Nescau”. Minha mãe me perguntou:
- Você quer “Nescau” também Lucas? Eu respondi:
- Eu quero café com leite.
Tomamos o café, meu pai tirou o carro da garagem e fomos para escola. Eu falei:
- Tchau mãe.
- Tchau, vai com Deus.
No caminho, meu pai falava:
- Vocês dois prestem atenção na aula e façam os deveres que o professor pedir. Não quero nota ruim lá em casa não. Se tiver nota ruim, vocês vão ficar de castigo, não vão ligar o computador e nem assistir a televisão. Eu respondi:
- Eu sei pai.
Meu pai me deixou na escola e foi abrir o mercado. Na escola meu irmão foi para sala dele e fui para minha. Na minha sala eu vi meus colegas e disse:
- Bom dia. Como foram as férias? Um colega meu, que se chamava Heitor disse:
- Foi massa vei, nessas férias eu fui para a “Disney”.
Continuei conversando com meus colegas até o professor de matemática chegar. O professor de matemática colocou um exercício de revisão da oitava série e pedia para que nós fossemos responder na lousa. Quando meu professor chamou Romário, um colega meu para responder o problema que ele havia passado o meu colega não conseguiu responder. Com isso a sala começou a rir, e meu colega que se chamava Vitor falou:
- Só podia ser preto, e morar no Alecrim.
A sala começou a discutir o que o que meu colega havia falado. O professor mandou a turma fazer silêncio e perguntou para Vitor:
- Você sabe que o que você falou pode dar cadeia? Ele respondeu:
- Que nada professor, preto não pensa, preto é burro. O professor falou:
- Escute todo mundo. O que Vitor falou, da cadeia.
Todo mundo é igual, sendo, negro, branco, azul, amarelo, vermelho. Vitor, depois eu quero conversar com em particular com você. Vitor falou:
- Eu vou sair dessa sala, ficar perto de preto é humilhante.
Meu colega Romário estava chorando, e quando Vitor falou isso, a sala começou a vaiar ele. Com isso eu me lembrei de uma frase de Abdias do Nascimento, que meu professor do ano passado tinha falado: As feridas da discriminação racial se exibem ao mais superficial olhar sobre a realidade.
[1] Sou estudante do Cefet-Ba curso o ensino médio mais o curso de edificações.
Veja o que?
Lucas Figueiredo Amaral[1]
ED 12
Quando comecei a analisar a capa da revista Veja, percebi logo o símbolo $ encima da Amazônia, indicando que a nossa floresta Amazônia está sendo comercializada e desmatada. Através do desmatamento o homem consegue a madeira para construir casas, móveis, brinquedos. Por isso o homem desmata as florestas (a área cumulativa desmatada na Amazônia legal brasileira chegou a cerca de 653.000 km2 em 2003, correspondendo a 16,3% da região), mas esquecem que essa madeira vai acabar um dia e que o desmatamento causa sérios danos ao meio ambiente. Ao mesmo tempo em que o homem desmata, ele tem que plantar novas árvores. E pensar que as árvores demoram muito tempo para crescer.
As conseqüências do desmatamento e das queimadas são: destruição da biodiversidade, erosão e empobrecimento dos solos, enchente e assoreamento dos rios, diminuição dos índices pluviométricos, elevação da temperatura terrestre (aquecimento global), desertificação, proliferação de várias doenças.
Uma sugestão apresentada para combater o desmatamento é a criação de uma linha de crédito (empréstimo de dinheiro) para empresas comprometidas com o reflorestamento ou a plantação de árvores nativas. As empresas que plantarem árvores na Amazônia teria direito ao benefício.
As cores da capa foram bem escolhidas, a Amazônia tem a cor verde (que não poderia ser outra) o nome Veja tem a cor amarela (verde e amarelo simbolizando as cores do Brasil), no interior do símbolo $ tem uma cor meio marrom claro (simbolizando que a Amazônia foi desmatada e queimada) e a cor do nome Amazônia é cinza, simbolizando que a Amazônia foi poluída.
Além disso, vários países tentam conseguir a Amazônia do Brasil, por isso aquele símbolo no meio da mata Amazônia. A Amazônia é uma das maiores riquezas do Brasil. Qualquer país queria uma riqueza natural como a Amazônia.
A Amazônia virou alvo de corrupção, muito políticos recebem propina dos madeireiros, deixando os madeireiros tirarem madeira da Amazônia ilegalmente.
A corrupção é sem dúvida o maior atraso para qualquer país, inclusive o Brasil. É por conta da corrupção que o Brasil é um país pobre e subdesenvolvido. Você deve está se perguntando, e por que as pessoas que se corrompem não estão presas? Não existem leis que punem essas pessoas?
As leis penais brasileiras são o suficiente para combater a corrupção. O problema é o jeito que se aplica às leis nesses atos corruptos por parte da policia, o que é muito mal feito aqui no Brasil infelizmente.
A corrupção está por toda parte, nos bancos nas lojas nos dinheiros, ela é inestimável, o que está acontecendo hoje em dia e que a mídia está cada vez mais e mais denunciando atos corruptos de deputados, prefeitos, senadores, policiais. Mas o problema é muito mais do que falta de aplicações de leis penais na criminalidade, mas sim como devemos lidar com ela.
No nosso país não existe uma justiça séria, é claro que no Brasil existe sim pessoas honestas, mas existe também um número muito maior de pessoas sem ética e sem respeito pelo próximo, que pensam só em si mesmas.
A honestidade hoje em dia aqui, esta cada vez mais extinta pelos corruptos desse país cruel, mas não podemos desistir temos que alcançar nossos valores humanos tem que ter ética sobre o próximo, pois agora está vindo uma nova geração, os mais velhos têm a missão de fazer em que seus filhos e netos virem críticos e revolucionários para melhoria da vida desse país.
[1] Sou estudante do Cefet-Ba curso o ensino médio mais o curso de edificações. Fui solicitado pelo professor Alexandre a escrever uma análise sobre uma capa de uma revista qualquer. A capa que me chamou atenção foi a que tinha uma imagem da Amazônia com o símbolo $ no meio dela. Percebi que esta capa daria para fazer diversas discussões interessantes. Gostei muito de ter feito o texto, pois pesquisei algumas coisas interessantes e que eu não sabia.
Lucas Figueiredo Amaral[1]
ED 12
Quando comecei a analisar a capa da revista Veja, percebi logo o símbolo $ encima da Amazônia, indicando que a nossa floresta Amazônia está sendo comercializada e desmatada. Através do desmatamento o homem consegue a madeira para construir casas, móveis, brinquedos. Por isso o homem desmata as florestas (a área cumulativa desmatada na Amazônia legal brasileira chegou a cerca de 653.000 km2 em 2003, correspondendo a 16,3% da região), mas esquecem que essa madeira vai acabar um dia e que o desmatamento causa sérios danos ao meio ambiente. Ao mesmo tempo em que o homem desmata, ele tem que plantar novas árvores. E pensar que as árvores demoram muito tempo para crescer.
As conseqüências do desmatamento e das queimadas são: destruição da biodiversidade, erosão e empobrecimento dos solos, enchente e assoreamento dos rios, diminuição dos índices pluviométricos, elevação da temperatura terrestre (aquecimento global), desertificação, proliferação de várias doenças.
Uma sugestão apresentada para combater o desmatamento é a criação de uma linha de crédito (empréstimo de dinheiro) para empresas comprometidas com o reflorestamento ou a plantação de árvores nativas. As empresas que plantarem árvores na Amazônia teria direito ao benefício.
As cores da capa foram bem escolhidas, a Amazônia tem a cor verde (que não poderia ser outra) o nome Veja tem a cor amarela (verde e amarelo simbolizando as cores do Brasil), no interior do símbolo $ tem uma cor meio marrom claro (simbolizando que a Amazônia foi desmatada e queimada) e a cor do nome Amazônia é cinza, simbolizando que a Amazônia foi poluída.
Além disso, vários países tentam conseguir a Amazônia do Brasil, por isso aquele símbolo no meio da mata Amazônia. A Amazônia é uma das maiores riquezas do Brasil. Qualquer país queria uma riqueza natural como a Amazônia.
A Amazônia virou alvo de corrupção, muito políticos recebem propina dos madeireiros, deixando os madeireiros tirarem madeira da Amazônia ilegalmente.
A corrupção é sem dúvida o maior atraso para qualquer país, inclusive o Brasil. É por conta da corrupção que o Brasil é um país pobre e subdesenvolvido. Você deve está se perguntando, e por que as pessoas que se corrompem não estão presas? Não existem leis que punem essas pessoas?
As leis penais brasileiras são o suficiente para combater a corrupção. O problema é o jeito que se aplica às leis nesses atos corruptos por parte da policia, o que é muito mal feito aqui no Brasil infelizmente.
A corrupção está por toda parte, nos bancos nas lojas nos dinheiros, ela é inestimável, o que está acontecendo hoje em dia e que a mídia está cada vez mais e mais denunciando atos corruptos de deputados, prefeitos, senadores, policiais. Mas o problema é muito mais do que falta de aplicações de leis penais na criminalidade, mas sim como devemos lidar com ela.
No nosso país não existe uma justiça séria, é claro que no Brasil existe sim pessoas honestas, mas existe também um número muito maior de pessoas sem ética e sem respeito pelo próximo, que pensam só em si mesmas.
A honestidade hoje em dia aqui, esta cada vez mais extinta pelos corruptos desse país cruel, mas não podemos desistir temos que alcançar nossos valores humanos tem que ter ética sobre o próximo, pois agora está vindo uma nova geração, os mais velhos têm a missão de fazer em que seus filhos e netos virem críticos e revolucionários para melhoria da vida desse país.
[1] Sou estudante do Cefet-Ba curso o ensino médio mais o curso de edificações. Fui solicitado pelo professor Alexandre a escrever uma análise sobre uma capa de uma revista qualquer. A capa que me chamou atenção foi a que tinha uma imagem da Amazônia com o símbolo $ no meio dela. Percebi que esta capa daria para fazer diversas discussões interessantes. Gostei muito de ter feito o texto, pois pesquisei algumas coisas interessantes e que eu não sabia.
Análise das imagens
Necessidades para o futuro
Lucas Figueiredo Amaral[1]
ED-12
Quando olhei pela primeira vez as imagens, associei-as aos dias atuais e ao futuro. Aquelas imagens mostram a era das informações e das pessoas pensantes, a era da tecnologia onde o homem está constantemente lendo e em busca por informações. Nós estamos numa era onde as pessoas têm que pensarem e serem espertas (espertas não para serem desonestas com as pessoas), mas para conseguir sobreviver na sociedade atual, onde o saber está sendo extremamente importante e visado.
Atualmente o intelectual da pessoa que vai dizer se ela vai se dar bem na vida ou não. Para você entrar em uma faculdade você precisa ser um leitor, um pensador e ter conhecimento. O mercado de trabalho está muito concorrido e o que visa é o saber. Uma pessoa sem conhecimento para sociedade é um nada.
As imagens mostram como que deve ser um ser humano atualmente e no futuro. Por isso desde pequeno a criança vai para escola. A Informática e a impressão revolucionaram o mundo. Qualquer informação que você precisar, você encontrará na internet.
Antigamente demoravam-se anos para fabricar um livro, hoje você tira copia de um livro em poucos minutos. O conhecimento está por toda parte. A música e a poesia divulgaram conhecimento por toda parte.
As pessoas que não tem conhecimento trabalham em serviços braçais e pesados e ganham muito pouco e a maioria é pobre, a não ser que tenham algum tipo de para musica, esporte, cinema.
É por isso que a leitura de bons textos, ver bons filmes, ouvir boas músicas é muito importante.
[1] Sou estudante do Cefet-Ba curso o ensino médio mais o curso de edificações. Fui solicitado pelo professor Alexandre a produzir um texto que analisa-se umas imagens muito interessantes.
Lucas Figueiredo Amaral[1]
ED-12
Quando olhei pela primeira vez as imagens, associei-as aos dias atuais e ao futuro. Aquelas imagens mostram a era das informações e das pessoas pensantes, a era da tecnologia onde o homem está constantemente lendo e em busca por informações. Nós estamos numa era onde as pessoas têm que pensarem e serem espertas (espertas não para serem desonestas com as pessoas), mas para conseguir sobreviver na sociedade atual, onde o saber está sendo extremamente importante e visado.
Atualmente o intelectual da pessoa que vai dizer se ela vai se dar bem na vida ou não. Para você entrar em uma faculdade você precisa ser um leitor, um pensador e ter conhecimento. O mercado de trabalho está muito concorrido e o que visa é o saber. Uma pessoa sem conhecimento para sociedade é um nada.
As imagens mostram como que deve ser um ser humano atualmente e no futuro. Por isso desde pequeno a criança vai para escola. A Informática e a impressão revolucionaram o mundo. Qualquer informação que você precisar, você encontrará na internet.
Antigamente demoravam-se anos para fabricar um livro, hoje você tira copia de um livro em poucos minutos. O conhecimento está por toda parte. A música e a poesia divulgaram conhecimento por toda parte.
As pessoas que não tem conhecimento trabalham em serviços braçais e pesados e ganham muito pouco e a maioria é pobre, a não ser que tenham algum tipo de para musica, esporte, cinema.
É por isso que a leitura de bons textos, ver bons filmes, ouvir boas músicas é muito importante.
[1] Sou estudante do Cefet-Ba curso o ensino médio mais o curso de edificações. Fui solicitado pelo professor Alexandre a produzir um texto que analisa-se umas imagens muito interessantes.
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